Paid Search: Shelf Space Theory
In this video, Charles Lumpkin talks about Shelf Space Theory and how it relates to your SEM efforts.
Duration : 2 min
Can any one show me the link of 3rd SEM syllabus of Anna University ECE department?
i got doubt in data structure, i need to know whether it is in C language or C++ ?
It is ”C” Language and as per your requirement iam posting the link
http://www.annauniv.edu/academic/3-8sem/I&C/ECE/ECE-3-8Cur&sylll.doc#CS1151
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Educação A Distância – Sem Crase
Como é sabido, crase é um fenômeno fonético correspondente à fusão de sons vocálicos idênticos. Representa-se a crase em lÃngua portuguesa pelo acento grave; a principal ocorrência em nossa lÃngua se dá na fusão da preposição a ao artigo definido feminino, plural ou singular, a / as.
A palavra distância, na expressão em caso, tem o mesmo sentido de ârubrica: geometria.
(3) espaço muito grande que separa dois seres, dois lugares ou dois objetos; lonjura
(HOUAISS) não absolutamente outro sentido que a palavra pode expressar: âRubrica: matemática. função positiva definida e simétrica que associa um número real a dois pontos de um espaço métricoâ (HOUAISS).
Assim, no primeiro sentido, dizemos:
â Quero distância de você.
â Não há distância que nos separe.
Não se usa artigo, muito menos artigo definido, quando a natureza da relação não for explÃcita ou implicitamente numérica.
Por outro lado:
â Não será a distância de quatro horas de vôo que nos separará.
â Quero você pelo menos à distância de 1000km de mim!
Com uso necessário de artigo, preferencialmente definido, quando a grandeza fÃsica for expressa ou subentendida.
Do que se pode inferir que onde não cabe artigo (distância como sinônimo de lonjura!) não caberá crase.
Entretanto, AURÃLIO registra das duas formas, em poesia, sem o rigor semântico:
A distância.
1. Um tanto longe: Ouvimos vagos rumores a distância.
2. Sem familiaridade: Sua casmurrice mantinha todos a distância. [Tb. se usa à distância (com acento no a): "Parede acima vais (a lagartixa). E eu, à distância, / Olho as tuas pesquisas apressadas" (Fernando de Mendonça, 13 DecassÃlabos, p. 8).
Entendendo pois que educação a distância equivale a âeducação de longeâ â qualquer que seja a distância â não existe artigo na expressão, subsiste necessariamente a preposição: não ocorre crase. Este é o meu ponto de vista.
Há outras opiniões, apoiando-me ou discordando de mim:
Ensino à distância - crase com locuções adverbiais - Outras expressões de circunstância
Maria Tereza de Queiroz Piacentini
ENSINO à DISTÃNCIA â crase com locuções adverbiais
Disse-me o professor José T. B. Neto, de Umuarama / PR: "Tenho certa resistência em grafar ensino a distância, sem o acento grave indicativo de crase, como é comum encontrar nos documentos exarados pelo MEC. Alguns autores classificam tal ocorrência como CRASE FACULTATIVA. (...)"
Não está errado o Ministério da Educação. Mas eu, assim como o professor, prefiro usar o acento â nessa e em outras locuções adverbiais que indicam circunstância. O motivo é que a ausência do acento pode deixar o texto ambÃguo. Em "ensinar/estudar a distância", por exemplo, fica-se com a impressão de que é a distância que está sendo ensinada ou estudada. à o mesmo caso de viu a distância, escreveu a distância, curou a distância, fotografe a distância, permanece a distância [= a distância permanece] e assim por diante, frases que parecem melhor com o acento indicativo de crase (que por questões didáticas também chamamos apenas de âcraseâ): viu à distância, escreveu à distância, curou à distância, fotografe à distância, permanece à distância.
Com a distância determinada, especificada, o a deve ser acentuado:
Fotografe à distância de um metro.
A casa à venda fica à distância de uns 10 km daqui.
Já na frase “Compramos uma chácara a grande distância daqui” não há crase, porque está subentendido o artigo indefinido: a (uma) grande distância.
Outras expressões de circunstância
Nas locuções adverbiais com palavras masculinas, como: a pé, a caminho, a cavalo, a frio, a gás, a gosto, a lápis, a meio pau, a nado, a óleo, a pé, a postos, a prazo, a sangue-frio, a sério, a tiracolo, a vapor etc. não se acentua o a, que é uma simples preposição.
Nas locuções femininas, contudo, embora esse a possa ser só preposição â e se sabe que a crase é a fusão da preposição a com o artigo a â, é de tradição no Brasil crasear o a por motivo de clareza. Compare nos exemplos abaixo o significado da frase sem a crase e com ela:
Foi caçada a bala (a bala foi caçada). â Foi caçada à bala.
Bateu a máquina (deu um choque ou pancada…). â Bateu à máquina.
Cortou a faca (cortou-a / cortou a própria faca). â Cortou à faca.
Vendeu a vista (vendeu os olhos). â Vendeu à vista.
Coloquei a venda (faixa nos olhos). â Sim, coloquei à venda.
Tranquei a chave (a chave foi trancada). â Tranquei à chave.
Pagou a prestação (pagou-a). â Pagou à prestação (em prestações).
Outras frases com diferenças bastante óbvias:
Lavar a mão. Lavar à mão.
Lavar a máquina. Lavar à máquina.
Fazer a mão. Fazer à mão.
Veio a tarde. Veio à tarde.
Combateremos a sombra. Combateremos à sombra.
Aguardavam a cabeceira do doente. Aguardavam à cabeceira do doente.
à por essa questão de clareza que se recomenda e geralmente se acentua o a nas locuções adverbiais de circunstância, mesmo não sendo ele rigorosamente a fusão de a + a. Para finalizar, outros exemplos: à disposição, às avessas, à beira-mar, às centenas, às escondidas, à frente, à mão armada, às mil maravilhas, à noite, às ordens, à paisana, à parte, à perfeição, à primeira vista, à revelia, à risca, à solta, à toa, à vela, às vezes, à vontade.
ensino à distância
“Prezado prof. Moreno: por que “ensino a distância” não leva acento de crase? Discutimos aqui que poderia ser pelo fato de não estar determinada a distância, já que temos o acento em frases como “o carro estava à distância de 100 metros”. à isso? Fui ao Aurélio e vi que são aceitas as duas formas. Zero Hora tem escrito sempre sem crase. A revista Veja também. Recebemos crÃticas de um leitor por não ter colocado crase em um artigo que falava em “educação a distância”. Um abraço e muito obrigada”
Marta Gleich - jornal Zero Hora - Porto Alegre
Qualquer brasileiro que passou pela escola deveria saber que a crase é um fenômeno que ocorre quando dois As se encontram no interior de uma frase: a preposição A, que fica à esquerda, encontra o artigo A, que fica à sua direita. Ora, isso só poderia ocorrer, rigorosamente, numa ÃNICA SITUAÃÃO: antes de um substantivo feminino (expresso ou elÃptico) que tenha o artigo A. Fora disso, em qualquer outra situação, é impossÃvel que se encontrem os dois As necessários para esse casamento.
Como se explicaria, então, a grande incidência de erros do tipo *barco à vapor, *bufê à quilo, *escreveu à lápis, *começou à chorar, *entregou à ela, *trafegava à 60km, em que não se pode sequer suspeitar da existência de um artigo feminino? à apenas mais uma conseqüência da decadência do ensino brasileiro, diriam alguns. Eu concordo, mas em parte. A LingüÃstica moderna nos explica que todo erro que é cometido por uma extensa faixa de usuários deve ter alguma forte motivação subjacente; o mau ensino pode deixar o cidadão despreparado para empregar o acento de crase, mas não pode ser a causa de tantas pessoas quererem pôr o acento aÃ! Em outras palavras: se posso responsabilizar os maus instrutores de direção pelos maus motoristas que infernizam o trânsito, não poderia responsabilizá-los se um número expressivo de seus alunos resolvessem se atirar, de carro e tudo, pelo penhasco abaixo. De onde vem a vontade de colocar esses acentos indevidos? Acredito que isso seja apenas a materialização da tendência instintiva (já destacada pelo incomparável Celso Pedro Luft, patrono desta página) de trocar o sistema vigente por outro mais simples, que consistiria, à francesa, em acentuar sempre o “A” quando fosse preposição. Friso que não estou justificando essa prática camicase de usar o acento antes de substantivos masculinos; tento apenas entender o que leva tanta gente boa a fazê-lo.
Said Ali já tinha demonstrado que os escritores de nosso idioma, desde o século XVI, usavam acentuar também a simples preposição antes de palavra feminina, em expressões como “à faca”, “à espada”, “à fome”, embora expressões equivalentes no masculino deixassem bem claro que não havia aqui o encontro de dois As (”a machado”, “a martelo”). Na mesma linha algo foi ensaiado por José de Alencar, no século XIX, o que lhe valeu a crÃtica de um dos gramáticos “medalhões” da escola do Rio de Janeiro, que fez um estudo sobre a linguagem alencariana, mostrando que, infelizmente, o autor de Iracema não sabia usar nem a crase… Ele não entendeu que ali o acento apenas servia para distinguir o artigo da preposição.
Hoje a maioria dos gramáticos aceita a hipótese de usarmos acento grave numa série de expressões com palavra feminina em que o “A” é simples preposição, isto é, sem que ocorra ali um encontro de dois As. Há casos em que isso tem a clara intenção de desambigüizar a expressão, evitando que a preposição possa vir a ser lida como artigo, o que alteraria o significado: vender à vista (compara com vender a prazo: só a preposição está presente); bater à máquina; fechar à chave; apanhar à mão; pescar à rede; estudar à noite. Em muitos outros, contudo, mesmo sem a possibilidade de leitura ambÃgua, já ficou tradicional esse acento sobre a preposição: à direita, à esquerda, à força, etc. Como o Luft conclui: “A tendência da lÃngua é acentuar o a inicial das locuções femininas (adverbiais, prepositivas e conjuntivas), mesmo quando não é crase [o grifo é meu]“.
Quanto à locução à distância, tanto o Grande Manual de Ortografia Globo (Luft), quanto o Aurélio XXI indicam, expressamente, a dupla possibilidade de grafia; então, Marta, não hesites: usa o acento e estarás aderindo ao sentimento da grande maioria dos teus leitores.
Públio Athayde
http://www.articlesbase.com/lÃnguas-articles/educao-a-distncia-sem-crase-689889.html
How Sifferent Are SEO and SEM Really?
Online marketing is one of the most confusing parts of running a web business. Every website owner wants to be successful but it can be hard to know where to begin. The best way to succeed with your website is through the use of SEO, SEM, or both. It is important to know the differences between the two and how they can help your business. Texas web designers can help you to evaluate your website and understand exactly what your website needs to succeed on the internet today.
Running a website is hard today because of the ever changing technology and interactive features of new websites. Things are continuously changing online and it is important for you to be able to keep up with your competition. Users expect more and more functionality and interactive features from websites today and Texas web designers know how develop a website to give users what they want.
SEO is short for search engine optimization. It refers to the keyword density of a website’s content which helps it to rank higher in search engine results. The content on your website is what will help you to increase your search engine rank and how many relevant keywords you use and in what way directly affects your rank. Search engines have certain guidelines when indexing pages, however, so cramming keywords into your website that don’t make any sense will not help your website and may even get it black listed. Texas web designers know how to follow these guidelines and provide excellent SEO for your website.
SEM is short for search engine marketing and is a type of marketing technique used online to advertise your website. It is a popular type of marketing and can be very successful in getting traffic for your site. SEM includes creating articles, press releases, announcements, and other content and posting it throughout online communities such as forums, blogs, and article directories. The articles and other content will have your website’s URL as a direct link back to your website.
Users can then click on the link and go directly to your website. The keywords used in this content will attract targeted visitors who are interested in your business. Search engines will index this content according to the keywords in it and will display it for users searching for the products and services your business offers. SEM works well by spreading the word about your website around the web, increasing the amount of times and rank position of you website in search results, and more.
SEO and SEM are not the same thing but both can be used to help your business to be successful. Advertising techniques are constantly changing online and keeping up with the most current SEM techniques will mean more business for your website. Knowing the most current SEO techniques will ensure that your website gets ranked highly in search engines. If you need to help your business succeed you need to hire Texas web designers who can give you SEO and SEM help
Jordan FeRoss
http://www.articlesbase.com/internet-articles/how-sifferent-are-seo-and-sem-really-679900.html
Paid Search: Common Landing Page Test Types
In this video, Charles Lumpkin talks about common landing page test types. He breaks down implementing split testing.
Duration : 1 min 58 sec
O Sentido Da Existência Sem Sentido
O sentido da existência sem sentido
Qual é o sentido da existência humana? Qual o sentido da vida?
Com indagações dessa natureza é que, muitas vezes, começamos nossas aulas de filosofia.
à claro que os acadêmicos, recém chegados à faculdade nos tomam por louco. Ou ficam sem entender o que estamos querendo dizer. E, antes de responder sua incompreensão, continuamos as indagações: Por que exercemos nossas atividades profissionais? Por que queremos estudar, preparando-nos para bem exercer uma profissão? Por que fazemos, cotidianamente as mesmas atividades, mesmo algumas que não nos dão prazer?
A essas indagações, as respostas começam a surgir: âtrabalhamos para ganhar dinheiro.â âEstudamos para nos preparar e exercer bem nossa profissão e, além de ser bons profissionais, ganharmos mais e com isso termos melhor nossa qualidade de vidaâ; âfazemos isso para sermos reconhecidos em nossa profissão e, graças a isso nos realizarmos profissional e financeiramenteâ.
Frente a essas respostas te convido a me ajudar a responder a essas indagações: por que queremos realização pessoal? Por que queremos dinheiro? Qual o sentido disso?
Aqui podemos acrescentar as indagações da música âVocêâ, do Raul Seixas:
âVocê alguma vez se perguntou por quê
Faz sempre aquelas mesmas coisas sem gostar?
Mas você faz, sem saber por que você faz; e a vida é curta!
Por que deixar que o mundo lhe acorrente os pés
Finge que é normal estar insatisfeito
Será direito, o que você faz com você?
Por que você faz isso, por quê?â
Ao introduzir essa situação existencial, é possÃvel que você reaja e procure, a todo custo, dar uma resposta que nos satisfaça, pensando que estamos querendo uma resposta correta, como se fosse uma prova. Mas nossa indagação vai para além disso.
âDeixa, deixa, deixa eu dizer o que penso desta vida
preciso demais desabafar!
Suportei meu sofrimento
de face mostrada e riso inteiro
se hoje canto meu lamento
coração cantou primeiro
e você não tem direito
de calar a minha boca
afinal me dói no peito
uma dor que não é pouca
tem dó! (Claudia)
A cantora não pedia dó, como a pedir tenha pena ou compaixão, mas como um convite à reflexão, como quem diz: âdá um tempo, e pene!â. E aqui a nossa indagação se baseia exatamente na necessidade de sentido para essa loucura que é nossa vida, sem sentido. Nossa indagação vem para afirmar o sem sentido da vida. Pare, pense e, honestamente, verifique se tem sentido de tudo o que você faz, o que nós fazemos…
A pessoa nasce, cresce e começa a enfrentar mil e tantos problemas: nos relacionamentos (namoro, casamento, filhos, amigos), na escola (âpra quê estudar tudo isso se nunca vou usar?â â tem até aqueles versos do Raul Seixas, falando do âdicionário cheio de palavras que eu sei que nunca vou usar!â), no trabalho (patrão chato, funcionário desleal e/ou descompromissado)… E, depois de alguns anos de trabalho, de sofrimento e superação, de entrega total, de dedicação; depois de conseguir um lugar ao sol… a pessoa morre! E o que acontece com tudo que fez? O que sobra de tudo que ajuntou?
Nesta altura você já deve estar arrumando argumentos para nos dizer que se sente uma pessoa realizada e não vê sentido nessas indagações. Nossa resposta a isso é: uma pessoa realizada é aquela que já alcançou seus objetivos. Uma pessoa que alcançou os objetivos da sua vida, não tem mais por quê lutar. Está, portanto, pronta para a morte; ou melhor, a pessoa que não tem objetivos, já está morta!
Outros, provavelmente nos dirão que dinheiro não é tudo. Concordamos! Mesmo porque não estamos falando sobre dinheiro. Estamos buscando o sentido disso tudo e constatamos que, mesmo o dinheiro, o poder que ele confere ou que pode comprar, não tem sentido. Tanto o mendigo, que passou a vida esfomeado como o mais rico dos homens dirigem-se para um ponto comum: a morte.
Essa busca de sentido para a existência não é recente. Ela acompanha a humanidade desde os mais antigos pensadores e pelas várias manifestações religiosas. O salmista (salmo 8,5), indaga a seu Deus: âque é o homem, para que dele vos lembreis? Um filho de homem, para que o venhas visitar?â
O propósito desta reflexão se deve à época em que nos encontramos. Estamos nos aproximando do natal; fim de um ano e começo de um novo. Tempo de avaliar e planejar. E como não temos resposta para o sem sentido da vida, podemos dizer que, embora nada tenha sentido, cabe a nós darmos sentido à nossa existência. E o final do ano é tempo de redefinir prioridades. E aqui podemos nos deparar com um problema: já que viver não tem sentido qual o sentido que podemos dar à nossa existência?
Neri de Paula Carneiro â Mestre em Educação, Filósofo, Teólogo, Historiador.
Leia mais:Â <http://www.webartigos.com/authors/1189/Neri-de-Paula-Carneiro>;Â Â <www.brasilescola.com.br>
NERI P. CARNEIRO
http://www.articlesbase.com/educação-articles/o-sentido-da-existncia-sem-sentido-680272.html
Dallas Web Design Team Discuss Differences Between SEO And SEM
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Jordan FeRoss
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Paid Search: The Relevancy Spectrum
In this video, Charles Lumpkin talks about relevance in terms of a spectrum.
Duration : 2 min 16 sec